Linha de crédito do Move Brasil para entregadores e motoristas de app é adiada para 27 de julho
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) adiou para 27 de julho o início das operações da linha de crédito, em bancos púb...
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) adiou para 27 de julho o início das operações da linha de crédito, em bancos públicos, destinada a entregadores e motoristas de aplicativos, dentro do programa Move Brasil. Segundo o governo, o financiamento, que começaria em 13 de julho, teve o cronograma alterado para permitir a conclusão de testes tecnológicos e operacionais entre os sistemas envolvidos. "O ajuste no cronograma foi necessário para a finalização de testes tecnológicos e operacionais entre os sistemas envolvidos, com o objetivo de garantir segurança e estabilidade no atendimento aos trabalhadores", afirmou a pasta, em nota divulgada nesta manhã. Com isso, a partir do dia 27 de julho, os trabalhadores que tiverem a participação confirmada no programa devem procurar a Caixa, Banco do Brasil ou instituições financeiras habilitadas para análise de crédito e contratação do financiamento. Lula diz que motoristas de app estão deixando a 'invisibilidade' A aprovação do cadastro apenas confirma que o trabalhador cumpre os requisitos do programa. A liberação do financiamento, porém, dependerá da análise de crédito feita pelos bancos. Sobre a linha A linha de crédito é destinada a entregadores ciclistas e motociclistas, motofretistas e mototaxistas que usam motos ou bicicletas como instrumento de trabalho, por aplicativo ou com vínculo formal de emprego. O programa permite financiar, sem entrada, um veículo zero-quilômetro por beneficiário, entre bicicletas elétricas, motonetas, ciclomotores, motos elétricas e motos flex, conforme as regras do programa. O financiamento, garantido pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO), tem prazo de até 48 meses e carência de dois meses para início do pagamento. Motociclistas de app cobram mais ações educativas para passageiros para melhorar segurança Thiago Gadelha/SVM